Os caçadores virtuais

Meu meio social virtual deixou de ser politizado desde o momento em que houve a dança da magna-cadeira presidencial brasileira. Não sei bem qual foi a razão, mas o foco geral degringolou da política ferrenha para alguns momentos pontuais e sequenciais: zica; gente pedindo ajuda sobre empregos no exterior; a olimpíada no Rio; caçar…

A minha rede social é egoísta

Depois de um certo tempo de espia qualquer pessoa consegue encontrar nuances nos detalhes mais simples do cotidiano. Meu mundo novo sempre foi um desafio pessoal e agora — mais do que nunca — o convívio diário com certas personalidades me fazem refletir de forma divertida o que é a complexidade cultural. Trabalho com um inglês turrão. Ele é…

O custo do relacionamento virtual-social

Aprendi uma palavra interessante dia desses: frenemy. É um termo antigo, que significa basicamente um inimigo que se passa por amigo. Ou um amigo que é amigo mesmo, mas um frenético competidor no sentido sujo da palavra. Como todo humano que preste eu tinha desenvolvido um conceito bem parecido de classificação de amizades pessoais; nada…

Das saudades aleatórias

Das saudades aleatórias do dia, uma lista de acepipes não ortodoxos dos quais alimento alguma saudade sadia (e que não consigo achar aqui nem com reza braba): Pinhão. Aquela fruta-semente-inflorescência do pinheiro, um arbusto regional do Sul do Brasil. Tablito, o picolé das insaturadas. Dadinho, o cubo de amendoim com 3 megatons de potência bruta.…

Superpoderes inúteis.

Sempre achei que esse papo de poder voar, ter supervelocidade ou superforça, visão de raio X e outros badulaques dos heróis de quadrinhos era uma balela sem tamanho. Desde criança eu confrontava essas blasfêmias alucinadas com a realidade das leis da física e ficava puto com a audácia de insistir no mesmo dogma sem fundamento.…