Rapidinhas, rápidas e rasteiras.

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Olha só como é o mundo dos carros 4×4: meu utilitário — fabricado e montado no Brasil — só consome peças originais japonesas. Não tem xixi-minha-nêga não: o mercado paralelo nem sequer sabe do que estamos falando. Então toda peça nova que preciso, lá vem aquela embalagem toda cheia de ideogramas e códigos de guerra nipônicos.

Isso inviabilizou algumas coisas importantes no meu conceito da montadora. Uma é que a revisão programada dos caras é muito porca e desrespeitosa. Outra é que eles simplesmente não olham direito os 49 pontos de revisão previstos em regulamento. E terceiro, uma peça normal que custa em média R$150 para qualquer carro de qualquer marca, do meu custa R$600, porque é meidindjapan.

Graças ao acúmulo de não verificações dos 49 pontos de verificação das revisões anteriores, o novo mecânico oficial do  bruto achou alguns problemas crônicos: bieletas, tuchos, buchas, retentores, e uma série de pequenos apertos que os mentecáptos não apertaram nas outras vezes. A correia-multi, que eu paguei 2 vezes para trocar em duas revisões, continuava a mesma, original de fábrica, olha só! (Não trocamos itens que estejam com estado e aparência satisfatória e segura).

Agora está tudo sanado. E atualizado.

Estou dando um tapa no meu portfólio, estava com 8 meses de atrasos criativos. Oito meses foram coisas demais criadas por conta e risco. Oigalê!

Ontem bebi em um sorvo só, estalando os beiços, um copanzil d’água.

Falei algo parecido. Isso é a literatura atual, que está me afetando mentalmente.

Estou diagramando um livro das fotos de circo que publiquei aqui há 2 anos atrás. DOIS ANOS ATRÁS. Olha como meu cronograma é idiota! Parece o projeto de publicidade, onde cerca de 200 imagens estão em um queue interminável para serem publicadas.

Quem posterga um quinhão, posterga um mião.

Sou muito, mas muito mais babaca do que você imagina. Muito mais.

Cansei desse pseudônimo rValentino. Ajudem-me a trocar por um malacabento mais interessante. Essa novela da globo acabou com o mojo Valentino.

Comentário apolítico: A Dilma me lembra uma professora de português que eu tinha na quinta série. Tudo que ela discursa ou brada, parece um desatino metafórico onde EU fiz alguma coisa que não devia.

Uma mijada, no sentido mais pueril e estrogonófico. Sinto-me como uma mulher de malandro que devo alguma coisa e o medo me faz recuar a cada pitombada.

Só tenho recaídas de gozo quando ela fala errado, mas isso está em voga na Presidência da República há 8 anos, né não fíí?

Já o Serra continua com a mesma cara de nhé.

Perceberam que essa briga pela presidência só tem candidato fracassado e sem carisma? Dilma e Serra tem o poder para os empurrar. A Marina, coitadinha, parece uma tia do rococó que quer peitar um varão maniqueísta de 9 pés de altura e massa muscular avantajada. Não terá sucesso na incursão.

Plinio de Arruda, Ezequiel de Medeiros, Jofran Tavares e Berlúcio Villela nem contam como candidatos, não é?

O Distrito Federal está bem visto nas mídias, olha só: São alunos brigadores de escolas públicas, postos de gasolina que promovem orgias, dinheiro vazando nos canos podres do poder político. A corrida da cerveja essa corja da imprensa marrom não fala, né!

Ezequiel de Medeiros, Jofran Tavares e Berlúcio Villela não existem, inventei esses nomes e, como era de se esperar você nem tchuns para a infame existência de outros candidatos para a PR. Seu pulha!

Conversemos depois. Minha consciência reluta em ser limpa e saudável.

Mais sobre o autor

Ralph Spegel

<p>Forte, estatura heróide, pálido de argila, barba inteira, rente, pontiaguda, vestindo corretamente, parecia à primeira vista uma dessas nulidades elegantes, a que a natureza, satisfeita por masculinizar-lhes o aspecto heróico, regateia lugar no espaço. Bastava porém, reparar na flexão das suas sombrancelhas espessas, na expressão imperativa do seu olhar, para descobrir dentro dessa míngua orgânica, um caráter em carne viva.</p>

0 comentários

  1. RV, compre peças no ebay ou peça para alguém que conhece no “velho mundo” te mandar. Algumas, mesmo com impostos, saem muito mais em conta do que no balcão da DSM aqui na terra brasilis. A propósito, bieleta é o mal do século, ô pecinha “funhenta”.