Feira do largo

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Domingo é dia de Feira do Largo, a feirinha de artesanatos, doidivanas, artistas e intérpretes das mais variadas castas curitibanas. A feira sempre foi meio inconstante, mudando o jeitão das bancas e dos performáticos ao bem-querer.

O dedão foi comedido nos cliques da máquina, algumas fotos eram pessoais dos álbuns-família, mas saiu um pouco de foto-jornalismo não-sensacionalista, abaixo:

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Pães caseiros gigantes.
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Vendedor de brinquedos de fazer bolhas, demonstrando o produto.
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Caricaturista desenhando uma criança, com muitos curiosos em volta.
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Caricaturista desenhando uma criança, com muitos curiosos em volta.
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Vendedor de aparelho de tirar bolinhas, pêlos e coisas grudadas em roupas.
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Rodolfo, da banca de grilos-pula-pula, demonstrando o produto.
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Detalhe dos grilos de brinquedo.
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Pink, a ruiva hippie.
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Seu Jorge da Cítara, tocando seus sucessos imáginários.
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O sanfoneiro cego e seu protesto por escrito, enquanto toca seus sucessos.
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Estátua-viva.
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Estátua-viva.
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Estêncil no muro do Largo.
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Populares que se espremem entre as bancas.
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Calota reluzente da roda de um Chevy antigo.
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Detalhe da sinalização lateral de um Dodge Challenger 71.
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Um palhaço-mímico entretendo crianças.
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Pêssankas, ovos de galinha e pato, coloridos com motivos religiosos.

Mais sobre o autor

Ralph Spegel

<p>Forte, estatura heróide, pálido de argila, barba inteira, rente, pontiaguda, vestindo corretamente, parecia à primeira vista uma dessas nulidades elegantes, a que a natureza, satisfeita por masculinizar-lhes o aspecto heróico, regateia lugar no espaço. Bastava porém, reparar na flexão das suas sombrancelhas espessas, na expressão imperativa do seu olhar, para descobrir dentro dessa míngua orgânica, um caráter em carne viva.</p>

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